Comunicação nos relacionamentos: algo é possível

Como anda a comunicação no seu relacionamento? 

A palavra “comunicação” deriva do termo latino communicare, que significa partilhar, participar algo, tornar comum. Nas nossas relações, esse compartilhar tem a ver com o que sentimos e expressamos em palavras, gestos ou silêncios. 

O perfeito entendimento entre duas pessoas é um ideal — algo a ser perseguido, mas nunca completamente alcançado. Imagina, é complexo o encontro de dois seres distintos, ainda que semelhantes. Somos únicos. 

Por isso, todo o esforço para construir uma comunicação afetiva nos relacionamentos, sem muitos ruídos, é válido. Caso contrário, abre-se espaço para suposições, desconfianças, inseguranças e conflitos. Desnecessários.

Algo é possível na comunicação nos relacionamentos

No encontro de duas pessoas que se amam, que querem ficar juntas e encarar um relacionamento — com toda a complexidade e compromisso que isso envolve — uma boa comunicação é essencial. Mas, o que seria isso?

Saber falar e saber ouvir, são as premissas para uma boa comunicação. Expressar emoções e reconhecê-las no outro. Falar o que é importante, sem que isso gere brigas ou discussões. 

A empatia e o afeto ao se comunicar evita mal entendidos e facilita a boa comunicação nos relacionamentos. Por outro lado, os vínculos enfraquecem com uma comunicação pobre.

Algo é possível quando se quer saber/aprender a se comunicar com respeito, compreensão e delicadeza. Quando os sentimentos, expectativas e limites de cada um ficam mais claros, abre-se espaço para a reciprocidade e o respeito nas relações. 

Comunicação não-violenta

O conceito de comunicação não violenta apoia o estabelecimento de relações de parceria e cooperação, em que predomina uma comunicação eficaz e com empatia. No entanto, para conseguir se comunicar dessa forma com o outro, antes é preciso ter uma boa conversa consigo mesmo

Isso quer dizer compreender como você se tolera, como você se perdoa por não corresponder às suas expectativas sobre você. A conversa com a gente mesmo, já é algo confuso e dual, pois o inconsciente também se expressa, em atos, palavras que saltam da boca ‘sem querer’, repetições e sintomas.

Perceba como é a sua conversa interna. Assim, você terá mais chances de compreender os seus limites e se comunicar sem agredir, culpar ou responsabilizar o(a) seu(ua) parceiro(a) por suas frustrações.

A honestidade e a franqueza consigo e com o outro, são essenciais para uma comunicação não-violenta. Se você tomar esse rumo, verá que algo é sempre possível na comunicação nos relacionamentos e que cada arranjo é único. Coragem!

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