A análise online tem limites? Neste artigo, reflito sobre a escuta clínica à distância, o corpo na psicanálise e os atravessamentos de quem vive longe de casa.
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Do enigma ao ato: a travessia dos tempos na análise
Os tempos da análise e o impasse do saber. Quando entender não basta, é preciso atravessar. A transformação começa onde o saber já não alcança.
Como a infância molda relacionamentos
As fantasias infantis têm força na nossa psique e as carregamos na vida adulta. Repetimos nos relacionamentos a ideia que criamos sobre como devemos ser (ou não) para sermos amados.
Descobrindo as belezas de Cape Town
Cape Town: beleza natural, pontos turísticos, cultura e experiências. Uma reflexão sobre autodescoberta através das viagens, para dentro e para fora.
No fim, tudo dá certo
Um relato sobre a minha chegada à África do Sul, enfrentando atrasos de voos, algumas frustrações e contratempos, mas mantendo o humor para tudo acabar bem.
Viagem e Psicanalise: a aventura do descobrir(se)
‘É preciso sair da ilha para ver a ilha.’ Viajar tem o potencial de conectar você consigo mesmo, visitar lugares dentro de si e enfrentar questões profundas.
Sair da zona de conforto, testa seus limites e ajuda você a enfrentar seus medos.
Viajar leva a autodescoberta, melhora a saúde mental e aumenta a satisfação com a vida.
A psicanálise é uma viagem?
Ao viajar, nos deparamos com muitas possibilidades de ser, o que nos faz rever a nossa própria vida. Assim como o movimento contínuo de se DESCOBRIR faz com que você possa criar saídas para não permanecer em um modo de viver que não lhe cabe mais.
Comunicação: como você se expressa?
Já parou para pensar em como você se expressa? E como a sua maneira de se comunicar pode ser uma repetição de padrões infantis?
Colocar limites: o marco da saúde dos relacionamentos
Aprendemos com as nossas repetições à medida que conseguimos enxergá-las.
Assim fica mais fácil conhecer e respeitar o seu limite, espantando medos e fantasmas que trazia consigo desde criança.
Como construir relacionamentos saudáveis?
Nos relacionamos amorosamente na vida adulta de forma semelhante a como vivemos o amor na infância.
No amor, a gente sempre comparece com a gente mesmo. (Ana Suy)
