A minha paixão pela escrita começou na adolescência, mas a chegada da inteligência artificial me colocou em crise.
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Violência contra a mulher: por que ela não começa no extremo
A violência contra a mulher não começa no extremo — e precisa ser reconhecida por todos para que possa ser interrompida.
O vazio, a morte e os excessos: por que falamos tanto?
E se a linguagem tivesse nascido do encontro com a morte? Uma reflexão psicanalítica sobre o vazio, os excessos e a palavra como borda diante do abismo.
O corpo como litoral: psicanálise e psicossomática
Entre o que sentimos e o que conseguimos nomear, o corpo pode se tornar um litoral. Um olhar psicanalítico sobre as marcas que surgem quando a linguagem não dá conta do vivido.
Fim de ano: o que realmente acaba quando o ano termina?
Uma reflexão sobre o fim do ano, os excessos e a inquietação que surge quando algo termina. O que o fim revela sobre os nossos dias — e sobre aquilo que evitamos olhar?
Medo de ficar sozinha: como superar?
O medo de ficar sozinha tem raízes culturais e subjetivas. Atravessá-lo pode te levar ao encontro com o seu desejo.
O idiota em nós
Descubra como o medo de mudar pode nos aprisionar e o que o conceito de “idiota” pode revelar sobre nossas resistências internas.
O que os psiquiatras não te contam: reflexões sobre medicalização e escuta
Juliana Belo Diniz, em seu livro “O que os psiquiatras não te contam”, desafia a visão tradicional da psiquiatria, propondo uma abordagem humanizada. Ela critica a medicalização excessiva e a simplificação dos transtornos mentais, enfatizando a importância da escuta e das psicoterapias no tratamento do sofrimento humano.
Do enigma ao ato: a travessia dos tempos na análise
Os tempos da análise e o impasse do saber. Quando entender não basta, é preciso atravessar. A transformação começa onde o saber já não alcança.
Como a infância molda relacionamentos
As fantasias infantis têm força na nossa psique e as carregamos na vida adulta. Repetimos nos relacionamentos a ideia que criamos sobre como devemos ser (ou não) para sermos amados.
