A IA escreve melhor que eu, mas ela não tem nada a dizer

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Eu amo escrever. Sempre foi assim. Desde a adolescência, os diários eram meus confidentes, onde eu traduzia para mim mesma as experiências e emoções que vivia a cada dia.

Com o tempo, a escrita se transformou em cuidado. Uma via de elaboração do que vinha confuso de dentro. Cada palavra dava vida ao impalpável — sentimentos e pensamentos ganhavam corpo no papel.

Na faculdade, foi a minha forma de decodificar teorias: à medida que eu escrevia, criava sentidos. E essa prática me acompanhou durante todos os meus anos de clínica.

Como psicóloga, continuei escrevendo para processar o que via e ouvia. Comecei a direcionar minha escrita para as vivências do consultório — não expondo ninguém, é claro, mas extraindo das dores e descobertas particulares algo que é universal à experiência humana.

Escrever tornou-se o modo como eu organizo o que o ser humano tem de mais singular e, ao mesmo tempo, de mais comum.

Mas, recentemente, a inteligência artificial me colocou em crise.

A partir de agora, meus textos mensais ganham uma nova casa. Convido você a ler o desfecho desta reflexão e a assinar minha newsletter para receber as novidades diretamente no seu e-mail. A gente se encontra lá!”

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Publicado por Adriana Prosdocimi Psicanalista

Psicóloga e psicanalista. Consultas online — uma forma de atendimento que rompe as barreiras da distância, facilitando o acesso ao psicólogo, inclusive para os brasileiros que vivem no exterior.

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