Eu amo escrever. Sempre foi assim. Desde a adolescência, os diários eram meus confidentes, onde eu traduzia para mim mesma as experiências e emoções que vivia a cada dia.
Com o tempo, a escrita se transformou em cuidado. Uma via de elaboração do que vinha confuso de dentro. Cada palavra dava vida ao impalpável — sentimentos e pensamentos ganhavam corpo no papel.
Na faculdade, foi a minha forma de decodificar teorias: à medida que eu escrevia, criava sentidos. E essa prática me acompanhou durante todos os meus anos de clínica.
Como psicóloga, continuei escrevendo para processar o que via e ouvia. Comecei a direcionar minha escrita para as vivências do consultório — não expondo ninguém, é claro, mas extraindo das dores e descobertas particulares algo que é universal à experiência humana.
Escrever tornou-se o modo como eu organizo o que o ser humano tem de mais singular e, ao mesmo tempo, de mais comum.
Mas, recentemente, a inteligência artificial me colocou em crise.
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